Chegou ao fim na tarde desta quinta-feira (4) a greve de fome que os
detentos do sistema penitenciário do Rio Grande do Norte vinham
promovendo desde segunda-feira (1). O término do movimento foi
confirmado pela coordenadora de Administração Penitenciária, Dinorá
Simas. "Os presos aceitaram o almoço e o jantar. Isso aconteceu em todas
as unidades em que os detentos vinham negando as refeições", explica. O
fim da greve de fome acontece no mesmo dia em que a Secretaria Estadual
de Justiça e Cidadania (Sejuc) divulgou nota informando que vai
analisar as reivindicações feitas pelos apenados.
Na nota, a Sejuc informa que vai apurar supostos 'abusos' a presos e
familiares no sistema penitenciário. A secretaria também responde a
pedidos relacionados à exoneração de diretores, entrada de livros nos
presídios, saúde dos presos e visitas íntimas. As reivindicações
chegaram por meio de cartas, segundo a própria Sejuc.
Durante a semana, a Coape identificou e transferiu 15 presos presos
considerados líderes de uma facção que vem comandando a greve de fome
iniciada nesta semana em oito unidades prisionais do estado. Os detentos
foram levados para a Cadeia Pública de Nova Cruz, a pouco mais de 100
quilômetros da capital. Destes, 12 saíram do Presídio Rogério Coutinho
Madruga. Os demais, da Penitenciária Estadual de Parnamirim, o PEP.
A greve de fome
Detentos de oito unidades prisionais do estado estavam em greve de fome desde o início da semana. Segundo levantamento feito pelo G1, com base nos dados repassados pela própria Coape e diretores dos presídios, aderiram ao movimento presos da Cadeia Pública e da Penitenciária Agrícola Dr. Mário Negócio, em Mossoró; Penitenciária Estadual de Alcaçuz e Presídio Rogério Coutinho Madruga, em Nísia Floresta; Penitenciária Estadual de Parnamirim (PEP); Cadeia Pública de Natal; Penitenciária Estadual do Seridó, em Caicó; e Centro de Detenção Provisória (CDP) de Ceará-Mirim. Juntas, as unidades possuem cerca de 2.500 apenados.
Fonte: G1
A greve de fome
Detentos de oito unidades prisionais do estado estavam em greve de fome desde o início da semana. Segundo levantamento feito pelo G1, com base nos dados repassados pela própria Coape e diretores dos presídios, aderiram ao movimento presos da Cadeia Pública e da Penitenciária Agrícola Dr. Mário Negócio, em Mossoró; Penitenciária Estadual de Alcaçuz e Presídio Rogério Coutinho Madruga, em Nísia Floresta; Penitenciária Estadual de Parnamirim (PEP); Cadeia Pública de Natal; Penitenciária Estadual do Seridó, em Caicó; e Centro de Detenção Provisória (CDP) de Ceará-Mirim. Juntas, as unidades possuem cerca de 2.500 apenados.
Fonte: G1
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